quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pode fazer, deixa ir, deixa chover. Nem tudo pode ser impedido, ou mudado. Não que isso me impeça de querer transformar, jamais. A perseverança continua, não cabe a mim me acomodar. Levando na ponta da língua a todos os cantos, a atitude, que pode ou não gerar a mudança. Com a garra de acreditar nas pessoas e nos frutos da força imensa de nossos corações.
Não adianta ficar inerte, a gente tem que tentar. Só assim gera uma evolução, uma mudança, uma melhora. Nós fazemos parte disso tudo, somos todos um só. Com vidas individualmente conjuntas. A estrada está chamando novamente o meu pé, me perdoe se para você já chega. Eu tenho sede, anseio o desconhecido, espero o inesperado. A que coisa santa, que coisa é essa maravilha, vida! Me embriaga, me engasga. Assanha, acende, incendeia, mata, maltrata, e trás de volta, doce, sublime, que maravilha, essa coisa santa que encanta, que me deixa tonta, que me espanta e faz buscar um resposta torta, porta, e nos seus olhos dança a minha pergunta imposta, espera da resposta. Espera da confusa, altamente envolvente. No exato momento em que nos mergulhamos em nós mesmos temos que estar preparados para que nos conhecemos ao fundo e saibamos o quanto nos necessitamos. Eu me necessito, eu te necessito. Somos altamente necessários. A vida está em nossas mãos. Vamos cuspir o que é orgulho o que é vaidade. Compreenda é o principio de tudo batendo com força em nossos corações. A vida está em nossas mãos. A responsabilidade é nossa, nos acarretamos do nosso destino. 

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