domingo, 13 de novembro de 2011

Enrolado

A noite passa, e tudo se embaraça, enrola, desenrola, abraça, aperta, amassa. Envolve, se fortifica, continua sem sentido, mas a procura do sentido se parece tão desnecessária, a ponto de nem se lembrar de questionar. Não precisa desse questionamento todo, no fundo, a gente não quer a resposta, a gente não quer o por quê, queremos somente o desejado. As explicações do surgimento são altamente desnecessárias e perigosamente confusas. Perigo? Confusão? Pode procurar que eu me encontro!

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