quinta-feira, 24 de novembro de 2011

É isso ai...

O que está acontecendo? Está tudo tão subjetivo. Um tanto peculiar, tá subentendido. A objetividade não existe, o sentimento não deixa. Impede o bom senso, a moral, e tudo que já foi antes, estabelecido. Eu sinto dor, eu sinto demais! Sinto fome, sinto sede, sede de desejar, de deliciar-me. Quero energias que me engasguem, quero inúmeras sensações indescritíveis. Quero sua companhia, quero você por inteira, quero ter todas de você ao mesmo tempo. Quero me manifestar, quero dizer, quero falar, quero amar. Quero soltar, quero prender. Quero ter. Quero o seu tudo, o seu nada, o seu. Unicamente e sem metades, sem meias promessas. Estou me afogando num mar de desejos intermináveis, incoerente, inusitado, arriscado, inseguro, incerto, inacabado. Eu não quero sair desse mar, as ondas me carregam, me levam sem destino, ou peso algum. Ela vai na velocidade da nossa sintonia. Eu viajo, exagero, idealizo, erro, continuo, peço perdão, brigo, sou chata mas consigo ser insuportável, eu vou até o fundo do poço e volto em poucas linhas, em poucas frases. Eu vou colar, eu vou seguir! É ele que manda, eu somente o sigo e obedeço sem ao menos questionar. Me deixo levar pelas vagas folhas lotadas de incertezas. Mas não é assim? Não sou eu que determino, ele sempre que determina e me faz fazer. Me faz ser quem realmente sou. Eu sou assim. Esse poço de sentimentos e sensações sem principio meio ou fim. Eu sou força e fraqueza numa unica oração. Sou  carne, osso e muito sangue. Muitas pulsações, eu posso, eu devo, eu vou! Eu sou!

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