quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Chill out

Meu amor meu bem, me ame! Não que isso seja um pedido, mas já meio implícito né? Não vá, vá comigo, , pra todo canto.Vá, Mas me leve. Quero ir contigo, pra qualquer lugar, habitável ou não. Me espere, me leve, me acompanhe, eu diria. E ao som da percussão o teu corpo me leva ao delírio sendo assim tão maleável , e o vento da maresia nos deixa num estado incomparável, gostoso né. A brisa vem, os cabelos voam, a respiração aumenta, nossos corpos se embolam no ritmo do som tranquilo, os pés na areia. Tudo tão espontâneo, nada combinado, premeditado. Aconteceu e como sempre, diferente e melhor do que teria sido, antes, idealizado. Eu não tenho tempo pra perder. Eu não sei voar. Mas naquela dança, o tempo se tornou mais relativo ainda. Me senti num universo de possibilidades onde eu tive a sorte de estar na melhor situação. E eu me achava e me perdia o tempo todo, no seu sorriso, nas suas milhões de expressões convidativas, no ritmo da dança que já estávamos dançando a um tempo. Já estava completamente compassada no nosso compasso que somente eu e você éramos capazes de compreender por tamanha particularidade. E eu me sentia tão leve, o vento, o barulho do mar, a orquestra muito tranquilizante fazia daquele momento mais do que único. É um gozo delicioso a sensação de ter alguém, e não um qualquer alguém. Aquele alguém sabe? Aquele que além das forças do destino que colaboram, a sua consciência almeja. E é nessa hora que você simplesmente se lança, e simplesmente curte, aproveita toda aquela energia compartilhada maravilhosa. Só sorriso, alegria, sinceridade, é de verdade. Quando é verdadeiro a esse ponto, as palavras tornam-se até dispensáveis. A sensação mostra pra gente melhor que ninguém o quanto é bom.

Um comentário: