terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Ao som de Adriana Calcanhoto, a nostalgia bate forte. Sensação tomou meu corpo, meu coração embora finja fazer mil viagens, fica batendo parado naquela estação. E ele se mantém, você entrou no trem. E não da mais pra tentar me convencer a não pensar em você e agora, tudo bem. E eu sinto um aperto, um sentimento. Não sei se é essa voz maravilhosa ou o momento que me encontro. Nessa vida louca. Eu sinto, EU SINTO!  E não é marina o nome dela, mas ela é bonita com que Deus lhe deu. E quando eu me zango, eu aprendi a perdoar. Eu já desculpei muita coisa, e agora, eu não tô de mal. Mas eu não gosto de bom gosto, não gosto de bom senso, não gosto de bons modos, não gosto. Eu gosto dos que tem fome, dos que morrem de vontade, dos que secam de desejo dos que ardem! E eu perco o chão, eu não acho as palavras. Eu perco a hora, eu chego no fim, eu deixo a porta aberta. Eu não moro mais em mim. Eu perco as chaves de casa, eu perco o freio. Até que Rita Lee não me cai mal nesse momento. O novo às vezes assusta né, responsabilidade, obrigação.  Mas da vontade de levar uma vida sossegada, só sombra e água fresca. Mas eu to sempre perdida, procurando me encontrar. Não vale a pena esperar, tire isso da cabeça e ponha o resto no lugar. Às vezes até passa a idéia de que eu possa ser ovelha negra, mas tudo depende do referencial, impressão muda! A noite é uma criança distraída e depois da estrada começa uma grande avenida.

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